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Fotos: PGE-PE
28/01/2020
Procuradoria sedia debate sobre Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial

(galeria de fotos no Flickr)

Com a participação de representantes dos setores público e privado das áreas jurídica e de tecnologia, o Centro de Estudos Jurídicos (CEJ) da Procuradoria Geral do Estado de Pernambuco (PGE-PE) promoveu, na tarde de segunda-feira (27/1), um debate sobre a Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial, em processo de consulta pública, por parte do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação. O prazo para participação na consulta pública, que terminaria na próxima sexta (31/1), foi estendido para 2 de março de 2020. O coordenador do CEJ, César Caúla, conduziu a mesa de debates, na qual os participantes foram convidados a expor considerações sobre questões específicas extraídas da consulta pública.

Foram abordados tópicos como: ética na aplicação de inteligência artificial (IA), objetivos para acelerar o desenvolvimento das aplicações de IA; políticas prioritárias para alavancar a implantação de centros de pesquisas em IA; maneiras de promover maior integração entre instituições científicas, empresas e órgãos governamentais para pesquisa, desenvolvimento e inovação em IA; ganhos sociais e econômicos com a utilização de IA por parte de órgãos públicos; formas de apoio do poder público ao desenvolvimento da força de trabalho em IA; e impedimentos ao desenvolvimento da IA.

As exposições foram realizadas pelo coordenador de Sistemas da Unidade de Informática da PGE-PE, Álvaro Pinheiro, que desenvolve com sua equipe soluções de IA para a PGE; o procurador-geral do Município do Recife, Rafael Figueiredo; o CEO da startup Recut.AI, Patrick Gouy, representando a Softex e a Assespro; e o professor Fernando Buarque, do Programa de Pós-Graduação em Engenharia da Computação da UPE.

O debate teve por objetivo estimular que haja uma participação organizada, nessa consulta, dos segmentos público e privado da área de tecnologia de Pernambuco. “A definição de uma estratégia nacional de Inteligência Artificial certamente influenciará muito, positiva ou negativamente, em um sem número de aspectos sociais e econômicos, na vida cotidiana das pessoas, na prestação dos serviços públicos, no desenvolvimento da indústria de tecnologia e em outros tantos campos. A PGE, mais uma vez se apresentando com um vetor do diálogo, procurou estimular o conhecimento e a discussão dos termos dessa importante consulta pública. Parte do protagonismo de Pernambuco na área de tecnologia decorre exatamente da atuação conjunta do poder público, dos empresários, dos profissionais de informática e das universidades, pelo que se espera que as contribuições pernambucanas no debate sejam relevantes.”, afirmou César Caúla.

O evento teve apoio da ATI, Porto Digital, UPE, Assespro, Sucesu PE e Softex Recife. Além de integrantes das instituições apoiadoras, estiveram presentes no debate advogados, procuradores do Estado, empresários, professores universitários, estudantes e servidores do Tribunal de Justiça de Pernambuco, Ministério Público de Pernambuco, das secretarias da Controladoria Geral do Estado, da Fazenda e de Administração, do IPA, IRH, Suape, AD-Diper, PMPE, Prefeitura do Recife, Controladoria Geral do Município do Recife, Procuradoria Geral do Município do Recife, Emprel, Procuradoria Geral do Município de Jaboatão, UFPE, Unicap e do Cesar.


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